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PP vem forte: com apoio de Tereza Cristina, Capitão Contar entra no jogo e muda o tabuleiro de 2026

por | maio 12, 2025 | POLÍTICA, SLIDER | 0 Comentários

Com a chegada de Capitão Contar, federação PP/União projeta salto ousado e entra com força total na disputa por três vagas à Câmara em 2026.

Campo Grande (MS) – O cenário político de Mato Grosso do Sul começa a ganhar contornos decisivos para 2026, e o Partido Progressista (PP), sob liderança da senadora Tereza Cristina, dá um passo estratégico que promete embaralhar o jogo eleitoral: fechou acordo para a filiação do ex-deputado estadual Capitão Contar (PRTB), ampliando significativamente o poder de fogo da federação PP/União Brasil para a disputa pela Câmara Federal.

Embora o anúncio oficial ainda esteja pendente, Contar e Tereza já bateram o martelo: ele será candidato a deputado federal e vai compor o time de nove nomes da federação na próxima eleição. A missão? Alcançar um feito ousado: eleger três dos oito representantes de MS na Câmara. Para isso, a federação aposta em nomes fortes, com potencial de atrair votos em diferentes regiões do estado.

Além de Contar — que já ensaiou candidaturas ao Governo e ao Senado, e recentemente teve conversas com o ex-presidente Jair Bolsonaro sobre um possível espaço no PL — o time terá como puxadores de voto a ex-deputada federal Rose Modesto, presidente do União Brasil em MS, e o atual deputado federal Dr. Luiz Ovando, que tentará a reeleição.

A movimentação de Contar também revela a costura política em torno do Senado. Após ouvir de Bolsonaro que o PL teria compromissos com Reinaldo Azambuja (PSDB) e Gianni Nogueira (PL) para a vaga, o ex-deputado decidiu migrar para o PP, onde encontrou espaço e estrutura para se lançar ao Legislativo Federal.

No tabuleiro do Senado, o PP/União também se arma: já estão no radar os nomes de Gerson Claro, presidente da Assembleia Legislativa, e Marcelo Migliolli, atual secretário de Infraestrutura de Campo Grande, como pré-candidatos.

Divisão de forças e nova configuração

Na eleição passada, o PSDB saiu na frente, garantindo três das oito cadeiras de deputado federal. PL e PT vieram logo atrás, com dois eleitos cada. O PP, por sua vez, conquistou apenas uma vaga, com Luiz Ovando.

Agora, com a reorganização das forças, a federação PP/União Brasil deixa de lado a atuação tímida e entra de vez na disputa com estrutura, estratégia e nomes de apelo. A pergunta que paira no ar: com PP crescendo, quem vai perder espaço?

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