Em busca do sonho: Mudanças, desafios e a paixão pela ginástica rítmica
Quando o amor pelo esporte fala mais alto, desafios se tornam degraus para o sucesso. Foi exatamente isso que aconteceu com três famílias de Campo Grande, que não mediram esforços para impulsionar os sonhos de suas filhas. Alice, Ayla e Maria Luiza, pequenas atletas da ginástica rítmica, já haviam se mudado para Goiânia em busca de treinamento de alto rendimento. Agora, uma nova jornada se inicia: Curitiba, no Paraná, onde vão treinar no Cegim (Centro de Excelência em Ginástica do Paraná), referência nacional na modalidade.
A transição para Curitiba foi motivada pelo treinador Roger Medina, que recebeu o convite para atuar no Cegim e quis levar suas pupilas com ele. As famílias, que já haviam se adaptado à rotina em Goiânia, decidiram mais uma vez dar um salto de fé para que suas filhas continuassem evoluindo no esporte.
“Eu sempre fui fã do Roger, e no momento em que levei minha filha para o treino no Cegim, não pude conter as lágrimas. Era como se um filme passasse na minha cabeça”, conta emocionada Thaysa Muller, mãe de Alice. Treinadora de ginástica, Thaysa sabe o peso dessa oportunidade. “Este é um ciclo olímpico, e estamos todas torcendo para que nossas meninas se destaquem ainda mais”.
O mesmo sentimento move Gláucia Adania, mãe de Maria Luiza. “Nossa família tem se dedicado totalmente ao sonho dela. Estamos nos adaptando a essa nova realidade, mas o mais importante é que as meninas já estão treinando no Cegim”. Ela acredita que a nova etapa é um passo fundamental para o futuro das atletas. “Nosso objetivo é crescer, ganhar destaque maior e, quem sabe, chegar até uma Olimpíada”.
Para Iolanda Aparecida Ferreira do Prado, mãe de Ayla Rafaella, o foco e a vontade de evoluir da filha são inspiração. “Ayla sempre foi muito decidida, e ver a empolgação dela nos treinos é gratificante. Sabemos que não é fácil, mas o que ela tem de mais forte é a determinação”.
A mudança para Curitiba representa um recomeço para essas três famílias. Novas escolas, novas casas, novos desafios, mas o mesmo sonho. Para elas, a ginástica rítmica não é apenas um esporte, é um projeto de vida que une esforço, paixão e esperança de um futuro brilhante para Alice, Ayla e Maria Luiza.







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