Com a saída de Reinaldo, a presidência caiu no colo de Geraldo Resende, que tenta manter a cadeira com o discurso de fundador fiel e comprometido. Ele busca apoio de vereadores e deputados, costura alianças e se apresenta como nome de continuidade, mas enfrenta resistências internas.
Do outro lado do tabuleiro, o deputado federal Beto Pereira aparece como concorrente direto, alinhado a Dagoberto Nogueira. Embora pregue consenso, Beto movimenta-se em várias direções e já sinaliza que pode até deixar o PSDB rumo ao Republicanos. Esse possível movimento amplia a incerteza dentro do partido, já que Dagoberto também mantém diálogo com o PP.
No meio desse jogo, a peça favorita é o deputado estadual Pedro Caravina, que reúne apoio de estaduais e vereadores por prometer defender uma chapa estadual e federal, além de cuidar das bases locais. Para aliados, Caravina é visto como a jogada mais segura para manter o partido competitivo em 2024.
O dilema tucano é claro: ficar com a tradição de Geraldo, arriscar na costura incerta de Beto – que pode até mudar de legenda – ou avançar com Caravina, o nome mais próximo das bases?
A jogada decisiva está marcada para o dia 21 de outubro.







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