O Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) publicou nesta quinta-feira (31) uma Decisão Singular Interlocutória que exige a realização de um novo monitoramento do Sistema de Transporte Público de Campo Grande. A decisão é uma resposta a uma solicitação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) formada na Câmara Municipal para investigar o transporte na capital.
O Termo de Ajustamento de Gestão (TAG) foi assinado em 30 de novembro de 2020, envolvendo o município, AGEREG, AGETRAN, Consórcio Guaicurus e o TCE-MS, buscando soluções para os problemas existentes no transporte coletivo. O não cumprimento de algumas cláusulas motivou a intervenção do TCE-MS.
Objetivos da Decisão do TCE-MS
A decisão do conselheiro Waldir Neves reflete a urgência em garantir um transporte público eficiente e digno para os cidadãos. Os principais objetivos incluem:
- Verificar o cumprimento das obrigações do TAG
- Melhorar a qualidade dos serviços prestados
- Renovar a frota de ônibus
- Resolver problemas administrativos que impactam o transporte coletivo
Contexto da CPI
A CPI, presidida pelo vereador Lívio Viana de Oliveira Leite, visa investigar as falhas no transporte público e garantir às autoridades um caminho para solucionar as questões levantadas pela população. A participação ativa da sociedade é vista como essencial para o avanço das melhorias necessárias.
O que isso significa para a população?
Com essa nova medida, espera-se que a população de Campo Grande tenha um transporte público mais funcional, que atende a suas necessidades diárias. A esperança é de que, com o monitoramento, sejam implementadas as melhorias prometidas no TAG e que a qualidade dos serviços oferecidos seja amplamente batida em curto espaço de tempo.







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