Nova gestão do Conselho Municipal de Políticas Culturais toma posse com presidência da sociedade civil em Campo Grande
Na manhã desta quarta-feira (2), foi realizada a cerimônia de posse dos novos membros do Conselho Municipal de Políticas Culturais (CMPC) de Campo Grande, marcando o início do biênio 2025-2027. O evento aconteceu com a presença de autoridades locais, como o procurador adjunto do município, Dr. Marcelino Pereira dos Santos; o secretário executivo de Cultura, Valdir Gomes; e a secretária adjunta de Cultura, Jacqueline Vital.
Um dos principais marcos desta nova gestão é a eleição de representantes da sociedade civil para os cargos da Mesa Diretora, consolidando uma gestão mais participativa e democrática no planejamento e execução das políticas culturais da capital sul-mato-grossense.
Assumem a liderança do CMPC:
- Presidente: Vitor Hugo Samudio Delasierra Britez
- Vice-presidente: Solimar Alves de Almeida
- Secretária: Rafaela Chivalski de Oliveira
Composto por 74 membros — sendo 37 titulares e 37 suplentes — o CMPC reúne representantes do poder público e da sociedade civil, com ampla diversidade cultural. Entre os setores representados estão: música, teatro, dança, audiovisual, literatura, gastronomia, capoeira, cultura indígena, afro-brasileira, circo, patrimônio cultural, entre outros.
Criado em 1993 e reformulado pela Lei Municipal nº 6.304/2019, o Conselho atua como órgão consultivo que contribui com a formulação, monitoramento e avaliação das políticas públicas de cultura em Campo Grande. O atual mandato tem vigência de 30 de junho de 2025 até 30 de junho de 2027, conforme Decreto “PE” nº 2.955/2024, publicado em Diário Oficial no dia 23 de junho.
Para o presidente eleito Vitor Samudio, este é um momento decisivo para fortalecer o protagonismo da sociedade civil na gestão cultural. “É uma oportunidade histórica para a sociedade civil assumir o protagonismo na construção de políticas públicas culturais, com compromisso, representatividade e escuta ativa.”
A expectativa é que, nos próximos dois anos, o CMPC amplie o diálogo com artistas, instituições e comunidades, garantindo acesso democrático a recursos e instrumentos de fomento cultural.







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