Governo Federal destina R$ 100 milhões em imóveis da União para o Mato Grosso do Sul
O Governo Federal anunciou, nesta sexta-feira (24), a entrega de R$ 100 milhões em imóveis da União destinados a projetos sociais, educacionais, culturais e de desenvolvimento regional em diversas cidades do Mato Grosso do Sul.
O evento, realizado no Teatro Glauce Rocha (UFMS), em Campo Grande, contou com a presença das ministras Esther Dweck (Gestão e Inovação em Serviços Públicos) e Simone Tebet (Planejamento e Orçamento), além do superintendente da SPU/MS, Tiago Botelho, responsável pela condução do Programa Imóvel da Gente no estado.
A ação simboliza o compromisso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a democratização do uso dos bens públicos e com o fortalecimento do interior do país.
“Essas entregas demonstram o compromisso do Governo Federal com o desenvolvimento equilibrado do Brasil. O interior do Mato Grosso do Sul está sendo valorizado como nunca”, destacou Tiago Botelho.
Criado para transformar imóveis públicos ociosos em equipamentos que geram impacto social, o Programa Imóvel da Gente é uma iniciativa que alia transparência, participação social e justiça territorial.
As destinações foram deliberadas pelo Fórum Estadual de Democratização do Imóvel, que reúne representantes do governo, universidades, movimentos sociais e órgãos públicos.
Entre as 20 entregas previstas, estão:
- Áreas cedidas ao INCRA para assentamentos e reforma agrária no Cone-Sul do estado;
- Terrenos para escolas indígenas em Japorã;
- Investimentos em infraestrutura para a UFMS e o IFMS;
- Imóveis para projetos sociais, creches e escolas em diversos municípios.
Com valor total de R$ 100 milhões, o conjunto de doações e cessões configura a maior entrega da história da SPU/MS, em seus 170 anos de existência.
O evento contou ainda com a presença do governador Eduardo Riedel, parlamentares, prefeitos, vereadores e representantes da sociedade civil.
“Como filho do interior, tenho um compromisso profundo com a valorização das cidades sul-mato-grossenses. A democratização dos imóveis da União é fazer justiça territorial”, completou Botelho.







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