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Ciência comprova: viajar faz bem à saúde e pode retardar os sinais do envelhecimento

por | maio 19, 2025 | ENTRETENIMENTO, SLIDER | 0 Comentários

Estudo revela que experiências de viagem estimulam o corpo e a mente, promovendo bem-estar e contribuindo para um envelhecimento mais saudável

Desde os tempos antigos, a humanidade busca entender e desafiar o envelhecimento. Do filósofo egípcio Ptahhotep aos alquimistas medievais, o desejo por juventude sempre inspirou investigações e mitos. Hoje, com o avanço da ciência e da tecnologia, pesquisadores se voltam para soluções mais acessíveis — e surpreendentes. Um estudo inovador conduzido pela Universidade Edith Cowan, na Austrália, apontou que um dos hábitos mais prazerosos da vida moderna — viajar — pode contribuir significativamente para a saúde física e mental, além de desacelerar o envelhecimento.

A pesquisa reuniu especialistas em biologia, medicina e turismo, que analisaram viajantes em diferentes destinos ao redor do mundo. Os dados coletados mostraram que quem viaja com frequência apresenta melhor funcionamento metabólico e imunológico. A razão? O rompimento da rotina, o contato com novas culturas, paisagens e experiências estimulam as células a se regenerarem, favorecendo a neuroplasticidade e reduzindo sintomas de estresse, ansiedade e depressão.

Segundo Fangli Hu, coordenadora da pesquisa, ainda que o envelhecimento seja um processo inevitável, ele pode ser retardado por hábitos que trazem bem-estar. E a viagem, quando feita de forma planejada e prazerosa, se mostra uma aliada poderosa. “É um estímulo positivo ao organismo, que ativa neurotransmissores ligados à felicidade e fortalece o sistema imunológico”, explica.

A psicanalista Ana Paula Gomes, de 58 anos, confirma a tese com base na própria experiência: “Voltar de uma viagem me transforma. Me sinto renovada, mais leve e com uma nova visão sobre o dia a dia”. O mesmo é vivido pelo arquiteto Paulo Roberto de Freitas, 62, que já visitou 58 países. “Viajar é o que me mantém em forma, ativo e feliz”, diz ele.

Outro dado curioso é que os benefícios não surgem apenas durante a viagem: o simples ato de planejar o roteiro já eleva em 65% os níveis de felicidade, segundo outro estudo da Universidade de Breda, na Holanda. A expectativa, o desejo de descoberta e a conexão com novos horizontes já impactam positivamente o corpo.

Contudo, nem toda viagem traz ganhos. Os especialistas alertam que trajetos longos e estressantes podem causar o efeito contrário, sobrecarregando o organismo. Por isso, a escolha do destino deve respeitar o perfil e o estado de saúde de cada pessoa. Lugares tranquilos, em meio à natureza, estão entre os mais recomendados para estimular o bem-estar.

Como dizia o escritor Henry Miller: “Nosso destino nunca é um lugar, mas uma nova maneira de ver as coisas”. E agora, a ciência confirma: mudar de ares pode mesmo mudar a nossa vida — e o nosso tEstudo revela que experiências de viagem estimulam o corpo e a mente, promovendo bem-estar e contribuindo para um envelhecimento mais saudável

Desde os tempos antigos, a humanidade busca entender e desafiar o envelhecimento. Do filósofo egípcio Ptahhotep aos alquimistas medievais, o desejo por juventude sempre inspirou investigações e mitos. Hoje, com o avanço da ciência e da tecnologia, pesquisadores se voltam para soluções mais acessíveis — e surpreendentes. Um estudo inovador conduzido pela Universidade Edith Cowan, na Austrália, apontou que um dos hábitos mais prazerosos da vida moderna — viajar — pode contribuir significativamente para a saúde física e mental, além de desacelerar o envelhecimento.

A pesquisa reuniu especialistas em biologia, medicina e turismo, que analisaram viajantes em diferentes destinos ao redor do mundo. Os dados coletados mostraram que quem viaja com frequência apresenta melhor funcionamento metabólico e imunológico. A razão? O rompimento da rotina, o contato com novas culturas, paisagens e experiências estimulam as células a se regenerarem, favorecendo a neuroplasticidade e reduzindo sintomas de estresse, ansiedade e depressão.

Segundo Fangli Hu, coordenadora da pesquisa, ainda que o envelhecimento seja um processo inevitável, ele pode ser retardado por hábitos que trazem bem-estar. E a viagem, quando feita de forma planejada e prazerosa, se mostra uma aliada poderosa. “É um estímulo positivo ao organismo, que ativa neurotransmissores ligados à felicidade e fortalece o sistema imunológico”, explica.

A psicanalista Ana Paula Gomes, de 58 anos, confirma a tese com base na própria experiência: “Voltar de uma viagem me transforma. Me sinto renovada, mais leve e com uma nova visão sobre o dia a dia”. O mesmo é vivido pelo arquiteto Paulo Roberto de Freitas, 62, que já visitou 58 países. “Viajar é o que me mantém em forma, ativo e feliz”, diz ele.

Outro dado curioso é que os benefícios não surgem apenas durante a viagem: o simples ato de planejar o roteiro já eleva em 65% os níveis de felicidade, segundo outro estudo da Universidade de Breda, na Holanda. A expectativa, o desejo de descoberta e a conexão com novos horizontes já impactam positivamente o corpo.

Contudo, nem toda viagem traz ganhos. Os especialistas alertam que trajetos longos e estressantes podem causar o efeito contrário, sobrecarregando o organismo. Por isso, a escolha do destino deve respeitar o perfil e o estado de saúde de cada pessoa. Lugares tranquilos, em meio à natureza, estão entre os mais recomendados para estimular o bem-estar.

Como dizia o escritor Henry Miller: “Nosso destino nunca é um lugar, mas uma nova maneira de ver as coisas”. E agora, a ciência confirma: mudar de ares pode mesmo mudar a nossa vida — e o nosso tempo.

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