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Blitz Educativa em Shopping de Campo Grande Reforça Respeito às Vagas para Pessoas com Deficiência

por | jun 11, 2025 | NOTÍCIAS, SLIDER | 0 Comentários

Na tarde de quinta-feira, dia 12, o estacionamento do Shopping Campo Grande será palco de uma importante mobilização em defesa da acessibilidade. A partir das 14h, a Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (SAS), por meio da Superintendência de Política de Direitos Humanos (SDHU) e do Núcleo de Direitos da Pessoa com Deficiência, realiza uma blitz educativa com foco na campanha “Essa vaga não é sua nem por um segundo”.

A ação busca alertar condutores sobre a importância de respeitar as vagas exclusivas destinadas a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Durante a blitz, serão distribuídos materiais informativos e aplicada a chamada “multa moral”, um recurso simbólico que tem ganhado espaço em diversas cidades brasileiras como ferramenta de educação e conscientização.

“O objetivo não é punir, mas promover a empatia e o entendimento de que essas vagas são garantias de direitos fundamentais. A multa moral vem justamente para causar esse choque de realidade”, explica Priscilla Justi, superintendente de Política de Direitos Humanos da SDHU.

Com apoio do Shopping Campo Grande e da Guarda Civil Metropolitana (GCM), a iniciativa integra uma série de mobilizações previstas até novembro, com duas edições por mês. A próxima está agendada para o dia 26 de junho, no shopping Norte Sul Plaza.

A campanha é realizada anualmente em Campo Grande e conta com a parceria de instituições como a APAE e o Centro Especializado em Reabilitação. Além de sensibilizar os motoristas, a ação destaca que o respeito à acessibilidade é mais do que uma questão de civilidade — é uma exigência legal.

Segundo dados da SAS, somente em 2024 já foram registradas 634 infrações por estacionamento irregular em vagas reservadas para pessoas com deficiência e 708 em vagas destinadas a idosos. No total, foram 1.342 multas emitidas até o momento, o que reforça a urgência de ações educativas para reverter esse cenário.

“Acessibilidade não é favor. É direito. E, como sociedade, temos o dever de garantir que todos possam exercer sua mobilidade com dignidade e segurança”, conclui a secretária de Assistência Social, Camilla Nascimento.

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