Aline Bei fala sobre a liberdade da escrita e a força do afeto na Feira Literária de Bonito
A escritora Aline Bei foi um dos destaques da 9ª Feira Literária de Bonito (FLIB), onde participou de um debate inspirador sobre temas recorrentes em sua obra: a solidão, o afeto e a liberdade inerente ao ato de escrever. Em sua fala, a autora compartilhou detalhes sobre sua trajetória, revelando como sua experiência pessoal moldou sua visão de mundo e sua produção literária.
Durante o evento, Aline comentou sobre o início de sua carreira, quando vendia seus livros diretamente pelo Instagram, e a influência de uma infância marcada pela solidão. Ela ressaltou que foi a leitura que a libertou, permitindo que escrevesse com leveza e sem preconceitos. A autora, que tem formação em teatro, destacou a conexão entre as duas áreas, afirmando que o poeta e o ator estão “irmanados” em sua essência.
As personagens femininas de seus livros, como “O Peso do Pássaro Morto” e “Pequena Coreografia do Adeus”, são frequentemente retratadas com perdas e ausências, simbolizando a delicadeza da resistência. O sucesso de sua escrita se reflete nas adaptações teatrais de suas obras, que já foram ou estão sendo produzidas. Além disso, as capas de seus livros são um ponto de conexão entre a literatura e as artes visuais, reforçando a profundidade de seu trabalho.
Ao final do encontro, Aline se conectou de perto com seus leitores durante uma sessão de autógrafos, repetindo a proximidade que a acompanhou desde o começo de sua jornada como escritora.







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