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Adolescente morre afogado no Tênis Clube e falhas de segurança são investigadas

por | ago 21, 2025 | NOTÍCIAS, SLIDER | 0 Comentários

Morte de adolescente em piscina expõe falhas de segurança e gera cobrança por respostas em Campo Grande

A morte de um adolescente de 15 anos após um afogamento em piscina do Tênis Clube, em Campo Grande, levantou questionamentos sobre falhas de segurança e a responsabilidade de instituições privadas em casos de acidentes fatais. O jovem, identificado como Endricky Guilherme dos Santos Lopes, foi resgatado por banhistas após mergulhar no último domingo (17). Sem a presença de salva-vidas no local, recebeu manobras de reanimação do Corpo de Bombeiros e foi levado à Santa Casa, mas não resistiu e faleceu na quarta-feira (20).

O caso ganhou repercussão não apenas pela ausência de profissionais de segurança, mas também pela divergência em torno das circunstâncias do acidente. Enquanto a diretoria do clube afirmou que o adolescente teria entrado de forma irregular, o pai do jovem contesta a versão e diz que o filho havia pago ingresso para utilizar a área. Em entrevista, declarou não ter interesse em indenizações financeiras: “não quero dinheiro, quero apenas entender por que disseram que meu filho invadiu”.

Diante da gravidade da ocorrência, o Corpo de Bombeiros interditou o clube por 15 dias, citando a falta de alvará e a inexistência de salva-vidas, ambos requisitos obrigatórios para funcionamento. Durante o período de interdição, a administração deverá apresentar as adequações exigidas para retomar as atividades.

Paralelamente, a Polícia Civil abriu inquérito para apurar responsabilidades e investiga o caso como omissão de cautela, podendo evoluir para responsabilização criminal. Juristas consultados apontam a possibilidade de enquadramento por homicídio culposo, com pena prevista de um a três anos de detenção, além de eventuais ações de reparação por danos morais e materiais.

O episódio reforça a importância da fiscalização e da adoção de protocolos de segurança em clubes e espaços recreativos. Para familiares, permanece a dor da perda e a cobrança por explicações claras sobre as falhas que resultaram na morte precoce de um adolescente de 15 anos.

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